Psicologia e Acupuntura - Ciência e Tradição
Armando Ribeiro das Neves Neto [ArmandoNevesNeto]
30/1/08
A Acupuntura ramo da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) vem sendo amplamente absorvida pelos profissionais da saúde ocidentais, que buscam uma compreensão e terapêutica baseadas na visão holística destas abordagens.
A partir da resolução do CFP (Nº 005/2002) a Acupuntura torna-se mais uma estratégia terapêutica no leque profissional do psicólogo brasileiro. A criação da Sociedade Brasileira de Psicologia e Acupuntura (SOBRAPA) em 28/06/2002 e seu reconhecimento pelo Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira (FENPB) e do Conselho Federal de Psicologia (CFP) promoveram um rápido desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão da Acupuntura em Psicologia. As consequências destas ações já são visíveis na quantidade de contribuições científicas que foram apresentadas no "I Congresso Latino-Americano da Psicologia (ULAPSI)" em São Paulo - SP (2005) e no "II Congresso Brasileiro da Psicologia: Ciência & Profissão - Enfrentando as dívidas históricas da Sociedade Brasileira" em São Paulo - SP (2006) que contaram com mais de 30 apresentações de psicólogos-acupunturistas. >
A Acupuntura como método terapêutico milenar é baseado nas concepções cosmogônicas da antiga cultura chinesa. Como um dos ramos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) com mais de 5.000 mil anos de história, a Acupuntura baseia-se em três grandes princípios: (1) o homem é estudado como indivíduo completo; (2) o homem responde ao Céu e à Terra (noção do Yin e do Yang) e (3) a vida do homem é regida pela regra dos Cinco Elementos (noção de concordância). 1- O homem é estudado como indivíduo completoA medicina grega (Hipócrates) também via o homem como um todo. O meio ambiente, a dieta e suas emoções faziam parte da avaliação e cuidados médicos. Há pelo menos 100 anos no ocidente, a psicologia influenciou profundamente a medicina atual com teorias sobre o papel das emoções, pensamentos e comportamentos no processo de saúde-doença. Diversas abordagens, tais como: psicossomática, psicofisiologia, psicologia médica, psiconeuroimunologia etc. enfatizam o modelo biopsicossocial defendido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e a conexão mente-corpo passa a ser estudada com profundidade e através das metodologias científicas atuais.2- O homem responde ao céu e à TerraPara a Acupuntura (MTC) a energia vital (QI) é incluída na ídéia de unidade, base da filosofia e da MTC. Tanto o macro, quanto o microcosmo são regidos pelo QI (energia vital, sopro) que se manifesta em duas formas diferentes e complementares: a energia Yang (ex. positivo, forte, dinâmico, quente, claro, leve, homem) e a energia Yin (ex. negativo, fraco, estático, frio, obscuro, pesado, mulher). A MTC incorporou o princípio do Yin-Yang para explicar a fisiologia e a patologia humanas, considerando o corpo um todo organizado, composto de duas partes ligadas intimamente, porém opostas. Por exemplo, o coração, como estrutura anatômica é Yin, enquanto os batimentos e a circulação do sangue são Yang. No livro "Tratado de Medicina Interna do Imperador Amarelo - Nei Jing" (475-221 a.C.) o processo saúde-doença é resultado do equilíbrio entre as energias Yin-Yang.3- A vida do homem é regida pela Teoria dos Cinco ElementosA teoria dos cinco elementos (madeira, fogo, terra, metal e água), fundamentada na observação e interpretação dos fenômenos da natureza, em que cada órgão tem suas funções representadas pelo elemento correspondente, como, por exemplo, o coração que, relacionado ao estado mental, é representado pelo Fogo, que, por sua vez, interfere na função do baço-pâncreas; e este é responsável pela re-absorção de nutrientes do organismo, equivalendo à Terra, produtora de alimentos, e assim por diante. Desse modo, um indivíduo estressado ou ansioso registra como consequência o aumento do apetite - logo é dito como "o Fogo (coração) afeta a Terra (baço)".A acupuntura é uma modalidade terapêutica que se utiliza de agulhas, moxas, massagem e outros instrumentos nos acupontos, atualmente se descobriu que estes métodos agem por meio da liberação de substâncias químicas no organismo. Como conseqüência, produz efeito analgésico e/ou antiinflamatório, aliviando assim a dor e outros sintomas decorrentes de determinadas doenças. A ciência atual vem apenas confirmando muitas das afirmações milenares da Acupuntura, ainda existem muitos mistérios que a ciência não consegue explicar. A visão da Acupuntura tradicional chinesa, baseada nas concepções de energia vital (QI), Yin-Yang e Cinco Elementos continuam a fundamentar a prática da acupuntura no mundo.A Organização Mundial da Saúde (1979) apóia e recomenda a utilização da Acupuntura para diversas doenças, entre elas: ansiedade, depressão, insônia, neurose e nervosismo, doenças cardiovasculares, dor crônica, doenças psicossomáticas etc.Como a idéia central da Acupuntura é conseguir fortalecer a pessoa como um todo (biopsicossocial), equilibrando a energia vital, através de estímulos sobre os acupontos, a resolução do CFP (005/2002) possibilita ao psicólogo-acupunturista associar mais este recurso terapêutico para o re-equilíbrio do ser humano. A relação entre a Psicologia e a Acupuntura também é defendida por acupunturistas de renome internacional, tais como:Jeremy Ross - “Quando o acupunturista for treinado e experiente nessas modalidades, o aconselhamento e a psicoterapia podem ser integrados ao sistema, caso sejam apropriados às necessidades do paciente. O autor realmente acredita que um dos desenvolvimentos mais promissores da acupuntura é a combinação flexível do trabalho de energia, meditação e aconselhamento” (2003, p. 5).Giovanni Maciocia - "Assim, a Acupuntura apresenta uma influência profunda sobre os problemas emocionais e mentais, mas com limitações. No que se refere a problemas graves de ordem mental, a Acupuntura somente poderá auxiliá-los se combinada com o trabalho de um psicoterapeuta adequadamente treinado” (1996, p. VIII).
http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1033
Este blog é destinado a todos que quiserem de alguma forma colaborar com o mundo das terapias, no sentido único e exclusivo de ajudar o ser em suas diversas formas de conviver com o mundo que vive, enfim ajudando o ser a ser. Valdete Coelho Sant´ana - Psicóloga CRP 12/11881
domingo, 17 de agosto de 2008
domingo, 27 de julho de 2008
Cipó-cravo tem efeito analgésico
O cipó-cravo (Tynnanthus fasciculatus Miers) é usado popularmente paracombater má digestão e dores no estômago(foto: Stela Murgel/Unifesp)
Mesmo quase completamente devastada, a Mata Atlântica ainda reserva surpresas em sua vegetação nativa. Já bastante utilizada na medicina popular, só agora a espécie Tynnanthus fasciculatus Miers, originária desse bioma brasileiro, teve suas propriedades farmacológicas estudadas.
Pesquisadores do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) comprovaram em testes com camundongos o efeito analgésico desse vegetal, mais conhecido como cipó-cravo ou cipó-trindade. Batizado com esse nome por exalar um perfume de cravo, esse cipó é utilizado como remédio caseiro há séculos para combater má digestão e dores no estômago. Ele também é adotado popularmente como um forte estimulante e afrodisíaco quando misturado ao álcool.
Os resultados da pesquisa da Unifesp, primeiro estudo farmacológico feito sobre essa espécie, foram animadores, pois o extrato da planta não apresentou toxicidade quando administrado em camundongos. O estudo integra as pesquisas do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), e teve origem na monografia de fim de curso do estudante de biologia Daniel de Santi, orientado pela bióloga Rita Mattei. Os camundongos foram submetidos a dois testes para verificar suas respostas à dor. Num deles, eles deveriam ficar no máximo 30 segundos sobre uma placa aquecida a 55°C. No outro, uma solução com 0,8% de ácido acético aplicada nos animais causaria dores abdominais. "A planta protegeu os animais da dor ao diminuir o número de contorções abdominais induzidas por ácido acético e prolongar o tempo de resposta ao estímulo do calor no teste da placa quente", explica Rita Mattei.
Estudos fitoquímicos prévios já haviam apontado nessa planta a presença do alcalóide tinantina, que, segundo Rita, poderia ser a substância responsável por sua propriedade analgésica. Porém, novos estudos seriam necessários para comprovar essa suspeita e determinar em que tipo de tratamento o cipó-cravo seria mais indicado. "Até o momento foram realizados apenas estudos preliminares com a planta", disse Rita. "Não é possível ainda dizer para que tipo de dor ela seria indicada ou mesmo se seria um analgésico forte".
Até serem realizados testes com humanos, a bióloga acredita que serão necessários aproximadamente mais cinco anos de pesquisa. Além de possuir propriedade analgésica, a planta também apresentou uma ação antioxidante avaliada em teste in vitro, o que sugere que ela pode ter componentes que inibem a ação de radicais livres, produzidos durante a queima de oxigênio em nossas células e responsáveis pelo envelhecimento precoce.
Fonte: Ciência Hoje - fev/2004
In: http://www.jardimdeflores.com.br/
O cipó-cravo (Tynnanthus fasciculatus Miers) é usado popularmente paracombater má digestão e dores no estômago(foto: Stela Murgel/Unifesp)
Mesmo quase completamente devastada, a Mata Atlântica ainda reserva surpresas em sua vegetação nativa. Já bastante utilizada na medicina popular, só agora a espécie Tynnanthus fasciculatus Miers, originária desse bioma brasileiro, teve suas propriedades farmacológicas estudadas.
Pesquisadores do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) comprovaram em testes com camundongos o efeito analgésico desse vegetal, mais conhecido como cipó-cravo ou cipó-trindade. Batizado com esse nome por exalar um perfume de cravo, esse cipó é utilizado como remédio caseiro há séculos para combater má digestão e dores no estômago. Ele também é adotado popularmente como um forte estimulante e afrodisíaco quando misturado ao álcool.
Os resultados da pesquisa da Unifesp, primeiro estudo farmacológico feito sobre essa espécie, foram animadores, pois o extrato da planta não apresentou toxicidade quando administrado em camundongos. O estudo integra as pesquisas do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), e teve origem na monografia de fim de curso do estudante de biologia Daniel de Santi, orientado pela bióloga Rita Mattei. Os camundongos foram submetidos a dois testes para verificar suas respostas à dor. Num deles, eles deveriam ficar no máximo 30 segundos sobre uma placa aquecida a 55°C. No outro, uma solução com 0,8% de ácido acético aplicada nos animais causaria dores abdominais. "A planta protegeu os animais da dor ao diminuir o número de contorções abdominais induzidas por ácido acético e prolongar o tempo de resposta ao estímulo do calor no teste da placa quente", explica Rita Mattei.
Estudos fitoquímicos prévios já haviam apontado nessa planta a presença do alcalóide tinantina, que, segundo Rita, poderia ser a substância responsável por sua propriedade analgésica. Porém, novos estudos seriam necessários para comprovar essa suspeita e determinar em que tipo de tratamento o cipó-cravo seria mais indicado. "Até o momento foram realizados apenas estudos preliminares com a planta", disse Rita. "Não é possível ainda dizer para que tipo de dor ela seria indicada ou mesmo se seria um analgésico forte".
Até serem realizados testes com humanos, a bióloga acredita que serão necessários aproximadamente mais cinco anos de pesquisa. Além de possuir propriedade analgésica, a planta também apresentou uma ação antioxidante avaliada em teste in vitro, o que sugere que ela pode ter componentes que inibem a ação de radicais livres, produzidos durante a queima de oxigênio em nossas células e responsáveis pelo envelhecimento precoce.
Fonte: Ciência Hoje - fev/2004
In: http://www.jardimdeflores.com.br/
quinta-feira, 3 de julho de 2008
AFINIDADE

A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
O mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido. Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo sobre o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial.Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavra. É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com. Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo. Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado. Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar. Ou quando é falar, jamais explicar, apenas afirmar.
Afinidade é jamais sentir por. Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo. Mas quem sente com, avalia sem se contaminar. Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Só entra em relação rica e saudável com o outro, quem aceita para poder questionar. Não sei se sou claro: quem aceita para poder questionar, não nega ao outro a possibilidade de ser o que é, como é, da maneira que é. E, aceitando-o, aí sim, pode questionar, até duramente, se for o caso. Isso é afinidade. Mas o habitual é vermos alguém questionar porque não aceita o outro como ele é. Por isso, aliás, questiona. Questionamento de afins, eis a (in)fluência. Questionamento de não afins, eis a guerra.
A afinidade não precisa do amor. Pode existir com ou sem ele. Independente dele. A quilômetros de distância. Na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar. Há afinidade por pessoas a quem apenas vemos passar, por vizinhos com quem nunca falamos e de quem nada sabemos. Há afinidade com pessoas de outros continentes a quem nunca vemos, veremos ou falaremos.
Quem pode afirmar que, durante o sono, fluidos nossos não saem para buscar sintomas com pessoas distantes, com amigos a quem não vemos, com amores latentes, com irmãos do não vivido?
A afinidade é singular, discreta e independente, porque não precisa do tempo para existir. Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu o vínculo da afinidade! No dia em que a vir de novo, você vai prosseguir a relação exatamente do ponto em que parou. Afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas nem pelas pessoas que as tem.
Por prescindir do tempo e ser a ele superior, a afinidade vence a morte, porque cada um de nós traz afinidades ancestrais com a experiência da espécie no inconsciente. Ela se prolonga nas células dos que nascem de nós, para encontrar sintonias futuras nas quais estaremos presentes.
Sensível é a afinidade. É exigente, apenas de que as pessoas evoluam parecido. Que a erosão, amadurecimento ou aperfeiçoamento sejam do mesmo grau, porque o que define a afinidade é a sua existência também depois.
Aquele ou aquela de quem você foi tão amigo ou amado, e anos depois encontra com saudade ou alegria, mas percebe que não vai conseguir restituir o clima afetivo de antes, é alguém com quem a afinidade foi temporária. E afinidade real não é temporária. É supratemporal. Nada mais doloroso que contemplar afinidade morta, ou a ilusão de que as vivências daquela época eram afinidade. A pessoa mudou, transformou-se por outros meios. A vida passou por ela e fez tempestades, chuvas, plantios de resultado diverso.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças, é conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas, quantos das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou, sem lamentar o tempo da separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas a oportunidade dada (tirada) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais, a expressão do outro sob a forma ampliada e refletida do eu individual aprimorado.
(Arthur da Távola)
quinta-feira, 19 de junho de 2008
ATRITE-SE!

Atritos
Roberto Crema
- Predidente da Unipaz –
Colégio Internacional dos Terapeutas
Ninguém muda ninguém.
Ninguém muda sozinho.
Nós mudamos no encontro.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e o sentimento do outro.
Você já viu a diferença que existe entre as pedras que estão na nascente de um rio e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas. À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio, sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desgastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos bons ou ruins sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela Vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes. Pessoas que, no contato com elas me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvida, com suas ações e palavras me criaram novas arestas que precisam ser desbastadas.
Faz parte...
Revezes momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo ainda, nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras cheias de excessos.
Os seres de grande valor percebem que ao final da vida foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar no seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois Deus fez a cada um de nós com um âmago muito forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de Amor.
Deus deu, a cada um de nós, a capacidade de amar... Mas temos que aprender como. Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir lapidando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ser ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos estes sentimentos contraditórios e ... os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: Atrite-se! Não existe outra forma de descobrir o Amor. E sem ele a Vida não tem significado!
Roberto Crema
- Predidente da Unipaz –
Colégio Internacional dos Terapeutas
Ninguém muda ninguém.
Ninguém muda sozinho.
Nós mudamos no encontro.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e o sentimento do outro.
Você já viu a diferença que existe entre as pedras que estão na nascente de um rio e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas. À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio, sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desgastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos bons ou ruins sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela Vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes. Pessoas que, no contato com elas me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvida, com suas ações e palavras me criaram novas arestas que precisam ser desbastadas.
Faz parte...
Revezes momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo ainda, nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras cheias de excessos.
Os seres de grande valor percebem que ao final da vida foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar no seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois Deus fez a cada um de nós com um âmago muito forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de Amor.
Deus deu, a cada um de nós, a capacidade de amar... Mas temos que aprender como. Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir lapidando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ser ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos estes sentimentos contraditórios e ... os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: Atrite-se! Não existe outra forma de descobrir o Amor. E sem ele a Vida não tem significado!
terça-feira, 17 de junho de 2008
BEBA água com estômago vazio. Hoje é muito popular no Japão beber água imediatamente após levantar, na parte da manhã. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores. Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores. Para idosos com doenças graves e doenças em tratamento médico, a água tem sido muito bem sucedida. Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças: Dores de cabeça, corpo ferido, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarréia, diabetes, hemorróidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta. Método de tratamento:1. Na parte da manhã e antes de escovar os dentes, beber 4 x 160ml copos de água. 2. Lavar e limpar a boca, mas não comer ou beber nada durante 45 minutos. 3. Após 45 minutos, você pode comer e beber normalmente. 4. Após os 15 minutos do lanche, almoço e jantar não se deve comer ou beber nada durante 2 horas. 5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 4 copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente a quantidade para 4 copos por dia. 6. O método de tratamento cura doenças e outros podem desfrutar de uma vida mais saudável. A lista que se segue apresenta o número de dias que requer tratamento para curar / controle / reduzir as principais doenças: 1. Pressão Alta - 30 dias 2. Gastrite - 10 dias 3. Diabetes - 30 dias 4. Obstipação - 10 dias 5. Câncer - 180 dias 6. Tuberculose - 90 dias 7. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento para apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente. Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar frequentemente. É melhor, se continuarmos com o tratamento, porque este procedimento funciona como uma rotina de nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia. Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria. Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água potável para água quente, enquanto se come. Nada a perder, tudo a ganhar ...! Para quem gosta de beber água fria, esta secção aplica-se a eles. É bom beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição, porém, a água fria ou bebida fria solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão. Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto danificada o intestino. Muito em breve, isso vai se transformar em gordura e pode nos levar ao câncer. É melhor tomar uma sopa quente ou água quente após cada refeição. Nota muito grave - perigoso para o coração: As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo. Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula. Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco. Náuseas e sudorese intensa são sintomas muito comuns. 60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo. Sejamos cuidadosos e estamos vigilantes. Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência ... Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, enviá-la a pelo menos uma das pessoas que conhece, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida. Ser um verdadeiro amigo e enviar este artigo para todos os seus amigos e conhecidos.Acabei de fazer isso! Um abraço amigo
domingo, 8 de junho de 2008
EFEITOS COLATERAIS
Fitoterápicos também têm efeitos colaterais
kawa kawa
Estudiosos do Reino Unido analisaram as pesquisas científicas sobre os principais medicamentos à base de plantas disponíveis no mercado internacional - gingko biloba, ginseng, hipérico, kawa kawa, equinácea e saw palmetto. Eles fazem um alerta: esses medicamentos também podem causar efeitos colaterais. O trabalho foi divulgado em janeiro de 2002 pela revista "Annals of Internal Medicine".
A interação dos fitoterápicos com drogas sintéticas é a maior preocupação dos médicos. "As pessoas esquecem de avisar que estão usando fitoterápicos durante a consulta médica - acham que o produto natural não pode fazer mal ao corpo", diz o professor de farmacologia da Unifesp, Antônio José Lapa, que estuda fitoterápicos há 15 anos.
De acordo com a pesquisa inglesa, o gingko biloba, usado para melhorar a memória e a atenção e para combater a queda do desempenho cognitivo em idosos, principalmente entre aqueles que sofrem de mal de Alzheimer, pode causar sangramento e convulsões quando consumido em excesso. Isso ocorre com maior freqüência em pessoas que usam, ao mesmo tempo, gingko e anticoagulantes, como a aspirina. A combinação de anticoagulantes com ginseng, que ajuda a melhorar a concentração, também provoca o mesmo efeito.
Já o hipérico, indicado para depressão, pode causar sangramento quando utilizado em combinação com anticoncepcionais, drogas para o tratamento e controle da Aids e outros depressivos. Usado para gripes, a equinácea pode provocar asma e hepatite. O kawa kawa, que reduz a ansiedade, pode danificar o fígado quando é usado por longos períodos. Em contrapartida, alguns produtos apresentam efeitos leves, como o saw palmetto, indicado para reduzir a hiperplasia (aumento) da próstata, que pode causar dor de cabeça, náusea e vômito.(Fonte: Folha Equilíbrio
kawa kawa
Estudiosos do Reino Unido analisaram as pesquisas científicas sobre os principais medicamentos à base de plantas disponíveis no mercado internacional - gingko biloba, ginseng, hipérico, kawa kawa, equinácea e saw palmetto. Eles fazem um alerta: esses medicamentos também podem causar efeitos colaterais. O trabalho foi divulgado em janeiro de 2002 pela revista "Annals of Internal Medicine".
A interação dos fitoterápicos com drogas sintéticas é a maior preocupação dos médicos. "As pessoas esquecem de avisar que estão usando fitoterápicos durante a consulta médica - acham que o produto natural não pode fazer mal ao corpo", diz o professor de farmacologia da Unifesp, Antônio José Lapa, que estuda fitoterápicos há 15 anos.
De acordo com a pesquisa inglesa, o gingko biloba, usado para melhorar a memória e a atenção e para combater a queda do desempenho cognitivo em idosos, principalmente entre aqueles que sofrem de mal de Alzheimer, pode causar sangramento e convulsões quando consumido em excesso. Isso ocorre com maior freqüência em pessoas que usam, ao mesmo tempo, gingko e anticoagulantes, como a aspirina. A combinação de anticoagulantes com ginseng, que ajuda a melhorar a concentração, também provoca o mesmo efeito.
Já o hipérico, indicado para depressão, pode causar sangramento quando utilizado em combinação com anticoncepcionais, drogas para o tratamento e controle da Aids e outros depressivos. Usado para gripes, a equinácea pode provocar asma e hepatite. O kawa kawa, que reduz a ansiedade, pode danificar o fígado quando é usado por longos períodos. Em contrapartida, alguns produtos apresentam efeitos leves, como o saw palmetto, indicado para reduzir a hiperplasia (aumento) da próstata, que pode causar dor de cabeça, náusea e vômito.(Fonte: Folha Equilíbrio
sexta-feira, 6 de junho de 2008
A ALMA DOS DIFERENTES

(Artur da Távola)
"... Ah, o diferente, esse ser especial!
Diferente não é quem pretenda ser. Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros. Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não agüentar, caso um dia venham, a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas. Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porque de quem o agride. Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em : "Puxa, fulano, como você é complicado". O que é o embrião de um
estilo próprio em : "Você não está vendo como todo mundo faz? "
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram ( e se transformam) nos seus grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham. É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram. Quer onde outros cansam.
Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham.
Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera. Aceita empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar. Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio, e consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.
Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de malícia ou de baba. Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir entender.
Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suporta-lo depois."
"... Ah, o diferente, esse ser especial!
Diferente não é quem pretenda ser. Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros. Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não agüentar, caso um dia venham, a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas. Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porque de quem o agride. Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em : "Puxa, fulano, como você é complicado". O que é o embrião de um
estilo próprio em : "Você não está vendo como todo mundo faz? "
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram ( e se transformam) nos seus grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham. É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram. Quer onde outros cansam.
Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham.
Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera. Aceita empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar. Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio, e consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.
Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de malícia ou de baba. Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir entender.
Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suporta-lo depois."
domingo, 1 de junho de 2008
Psicologia da vivência
A LIÇÃO DO PORCO ESPINHO
Há muitos anos, durante um inverno extremamente rigoroso os animais da floresta sofreram muito. A morte percorreu todas as espécies, não havia alimento, nem calor que pudesse garantir a sobrevivência.
As formigas, previdentes, encolheram-se em seus formigueiros bem providos e permaneceram no calor da terra.
Mas nem todos são formigas e têm outras atividades a exercer determinadas pelo Criador. Na verdade, este inverno era um teste que Ele desafiava os animais a vencerem suas barreiras e condicionamentos para, dessa forma evoluírem na escala da Criação.
As espécies compreenderam que se ficassem bem juntinhos, esquecendo as diferenças, desavenças, se aqueceriam.
Os enormes elefantes pousaram as trombas uns em cima dos outros e deixaram que sua reserva de gordura e calor aquecesse a todos. Mesmo não sendo pais de sangue, permitiram que os filhotes se protegessem sob seus corpos. Ficaram eles, quentinhos numa cabana de elefantes.
De vez em quando algum dava um "pum", no início foi difícil, com o tempo, compreenderam que chegava a sua hora de emitir o ruído de desagradável odor e passaram a rir de si mesmos quando acontecia.
Os ursos, encavernados, ainda assim aprenderam a dormir fazendo uns aos outros de travesseiro e os pequenos dormiam em cima de todos, de braços e pernas espalhados, com um sorriso nos sonhos.
Até as cobras se enrodilharam e quase não se distingui o que era rabo e o que era cabeça.
Assim, todos foram partilhando e sendo salvos pela troca e aceitação.
Foi um grande difícil e frutuoso inverno.
Quem mais teve dificuldades foram os porcos-espinhos. Sua composição dificultava a proximidade. Feriam-se com os espinhos dos outros e, muitas vezes nem conseguiam dormir com a dor provocada.
Espinhundo, um porquinho invocado e impaciente, muito cheio de si porque tivera a oportunidade de cursar a universidade da floresta, irritava-se com a situação. Desferia golpes, eriçava ainda mais seus espinhos e feria mais profundamente. Os outros foram se afastando e Espinhundo foi sentindo cada vez mais frio.
Certo dia, quando o vento sul cortava até mesmo as árvores, Espinoso, sem querer, espetou a orelha já ferida do companheiro. Com um grande urro, Espinhudo chutou o amiguinho e saiu a trote do abrigo de troncos caídos que lhes servia de refúgio.
A neve começou a cair branqueando o campo já queimado pela geada. Espinhudo, emburrado, resmungando baixo sobre a pouca visão de seus parentes em não lhe dar o lugar mais confortável.
Imagina – pensava ele - para mim que sou o mais esperto! O que estão pensando? Ficam falando em solidariedade e me deixam de fora. Não volto mais!
Os pensamentos foram embaciando com o frio e os olhos se fecharam sem que ele não percebesse. Assim foi encontrado pela noite: encolhido e enregelado.
Os outros porcos-espinhos espiavam de longe e chamavam, sem, no entanto terem coragem de desafiar a intempérie e ir buscá-lo. Temiam seu humor instável e muitas vezes cruel. As chacotas que fazia. Agrupavam-se e se beneficiavam do calor uns dos outros, doía um pouco porque quando ficamos perto demais sempre alguma coisa nos ferirá, faz parte do desconhecimento que temos de nós mesmos.
Espinoso também observava o amiguinho e se penalizava. Instou todos a irem buscar o coitado tirando-o do frio que o mataria.
-Vamos juntos – dizia - ainda estaremos quentes e poderemos salvá-lo.
- Não, foi escolha dele, agora que agüente, eu não me arriscarei a adoecer pelo teimoso e prepotente.
O porquinho se encolheu mais e ficou coçando uma feridinha que começava a cicatrizar. Ela se abriu e o sangue correu. Junto com a dor veio a consciência de que podemos estar no meio de todos, protegido, mas senão fizermos o que acreditamos, ainda assim nos machucaremos. Uma lágrima rolou, lembrando-se das tardes quentes em que todos podiam brincar numa distância que os protegia dos ferimentos.
- Engraçado, ainda assim, brincando juntos, no bom tempo eu não me lembro de ter conhecido bem o Espinhudo. Tinha tanto medo de me machucar! Ele era bem engraçadinho, muito falante e contava piadas. Até um dia que caiu num buraco, quebrou alguns espinhos e nunca mais foi o mesmo.
Isso fazia tanto tempo que Espinoso nem conseguia lembrar direito, só via a imagem de Espinhudo ferido e humilhado por alguns que riam de sua desgraça. O pai do porquinho ficou zangado porque agora seria sempre visto como o porco dos espinhos quebrados e isso mexia com a vaidade que tinha por sua prole. Deu-lhe deu uma grande surra e depois o mandou à faculdade. Se estudasse compensaria o aleijume.
Ao terminar a lembrança, Espinoso deu um salto e correu para fora da toca. Os companheiros se horrorizaram:
- Vais morrer, volta! Volta.
- Prefiro morrer com meu amigo a viver pensando que nada fiz para salvá-lo. Morrerei em paz e olharei sem vergonha o deus dos porcos espinhos quando o encontrar.
Alcançou Espinhudo que mal respirava, esfregou-se nele, rolou por sobre seu corpo e bafejou no seu focinho. Houve machucados sim, de ambas as partes, mas o desmaiado abriu os olhos de onde corriam lágrimas e sorriu. Deram-se as mãos e em seguida se abraçaram. Assim apoiados um no outro, bem devagar, voltaram ao aconchego do grupo.
Imediatamente todos se afastaram um pouco para que eles pudessem alcançar o centro onde o calor era maior. Batiam palmas e se deram conta que o movimento os aquecia. Dançaram e saltitaram abraçados.
A primavera naquele ano, também foi fora do comum, chegou de repente com um céu azul onde os raios de sol desenhavam riscos de luz quente.
Foram todos saindo de seus abrigos. Houve uma grande reunião na clareira, onde todas as espécies contaram suas experiências diferentes. Era cobra conversando com sapo, carneiro com lobo e aranha com mosca.
O rei Leôncio pediu silêncio e muito compenetrado declarou feriado florestal. Terminou com um discurso:
- Este foi o pior inverno que passamos nesta floresta: nosso lar, mas foi também o mais rico porque aprendemos a conviver com as pequenas feridas de uma relação muito próxima. Pode causar dor, mas é muito mais importante do que morrer na solidão gelada. A dificuldade pode unir em vez de separar.
- Agora, para comemorar a alegria da primavera, está aberto o baile!
- Hakuna Matata!!
Há muitos anos, durante um inverno extremamente rigoroso os animais da floresta sofreram muito. A morte percorreu todas as espécies, não havia alimento, nem calor que pudesse garantir a sobrevivência.
As formigas, previdentes, encolheram-se em seus formigueiros bem providos e permaneceram no calor da terra.
Mas nem todos são formigas e têm outras atividades a exercer determinadas pelo Criador. Na verdade, este inverno era um teste que Ele desafiava os animais a vencerem suas barreiras e condicionamentos para, dessa forma evoluírem na escala da Criação.
As espécies compreenderam que se ficassem bem juntinhos, esquecendo as diferenças, desavenças, se aqueceriam.
Os enormes elefantes pousaram as trombas uns em cima dos outros e deixaram que sua reserva de gordura e calor aquecesse a todos. Mesmo não sendo pais de sangue, permitiram que os filhotes se protegessem sob seus corpos. Ficaram eles, quentinhos numa cabana de elefantes.
De vez em quando algum dava um "pum", no início foi difícil, com o tempo, compreenderam que chegava a sua hora de emitir o ruído de desagradável odor e passaram a rir de si mesmos quando acontecia.
Os ursos, encavernados, ainda assim aprenderam a dormir fazendo uns aos outros de travesseiro e os pequenos dormiam em cima de todos, de braços e pernas espalhados, com um sorriso nos sonhos.
Até as cobras se enrodilharam e quase não se distingui o que era rabo e o que era cabeça.
Assim, todos foram partilhando e sendo salvos pela troca e aceitação.
Foi um grande difícil e frutuoso inverno.
Quem mais teve dificuldades foram os porcos-espinhos. Sua composição dificultava a proximidade. Feriam-se com os espinhos dos outros e, muitas vezes nem conseguiam dormir com a dor provocada.
Espinhundo, um porquinho invocado e impaciente, muito cheio de si porque tivera a oportunidade de cursar a universidade da floresta, irritava-se com a situação. Desferia golpes, eriçava ainda mais seus espinhos e feria mais profundamente. Os outros foram se afastando e Espinhundo foi sentindo cada vez mais frio.
Certo dia, quando o vento sul cortava até mesmo as árvores, Espinoso, sem querer, espetou a orelha já ferida do companheiro. Com um grande urro, Espinhudo chutou o amiguinho e saiu a trote do abrigo de troncos caídos que lhes servia de refúgio.
A neve começou a cair branqueando o campo já queimado pela geada. Espinhudo, emburrado, resmungando baixo sobre a pouca visão de seus parentes em não lhe dar o lugar mais confortável.
Imagina – pensava ele - para mim que sou o mais esperto! O que estão pensando? Ficam falando em solidariedade e me deixam de fora. Não volto mais!
Os pensamentos foram embaciando com o frio e os olhos se fecharam sem que ele não percebesse. Assim foi encontrado pela noite: encolhido e enregelado.
Os outros porcos-espinhos espiavam de longe e chamavam, sem, no entanto terem coragem de desafiar a intempérie e ir buscá-lo. Temiam seu humor instável e muitas vezes cruel. As chacotas que fazia. Agrupavam-se e se beneficiavam do calor uns dos outros, doía um pouco porque quando ficamos perto demais sempre alguma coisa nos ferirá, faz parte do desconhecimento que temos de nós mesmos.
Espinoso também observava o amiguinho e se penalizava. Instou todos a irem buscar o coitado tirando-o do frio que o mataria.
-Vamos juntos – dizia - ainda estaremos quentes e poderemos salvá-lo.
- Não, foi escolha dele, agora que agüente, eu não me arriscarei a adoecer pelo teimoso e prepotente.
O porquinho se encolheu mais e ficou coçando uma feridinha que começava a cicatrizar. Ela se abriu e o sangue correu. Junto com a dor veio a consciência de que podemos estar no meio de todos, protegido, mas senão fizermos o que acreditamos, ainda assim nos machucaremos. Uma lágrima rolou, lembrando-se das tardes quentes em que todos podiam brincar numa distância que os protegia dos ferimentos.
- Engraçado, ainda assim, brincando juntos, no bom tempo eu não me lembro de ter conhecido bem o Espinhudo. Tinha tanto medo de me machucar! Ele era bem engraçadinho, muito falante e contava piadas. Até um dia que caiu num buraco, quebrou alguns espinhos e nunca mais foi o mesmo.
Isso fazia tanto tempo que Espinoso nem conseguia lembrar direito, só via a imagem de Espinhudo ferido e humilhado por alguns que riam de sua desgraça. O pai do porquinho ficou zangado porque agora seria sempre visto como o porco dos espinhos quebrados e isso mexia com a vaidade que tinha por sua prole. Deu-lhe deu uma grande surra e depois o mandou à faculdade. Se estudasse compensaria o aleijume.
Ao terminar a lembrança, Espinoso deu um salto e correu para fora da toca. Os companheiros se horrorizaram:
- Vais morrer, volta! Volta.
- Prefiro morrer com meu amigo a viver pensando que nada fiz para salvá-lo. Morrerei em paz e olharei sem vergonha o deus dos porcos espinhos quando o encontrar.
Alcançou Espinhudo que mal respirava, esfregou-se nele, rolou por sobre seu corpo e bafejou no seu focinho. Houve machucados sim, de ambas as partes, mas o desmaiado abriu os olhos de onde corriam lágrimas e sorriu. Deram-se as mãos e em seguida se abraçaram. Assim apoiados um no outro, bem devagar, voltaram ao aconchego do grupo.
Imediatamente todos se afastaram um pouco para que eles pudessem alcançar o centro onde o calor era maior. Batiam palmas e se deram conta que o movimento os aquecia. Dançaram e saltitaram abraçados.
A primavera naquele ano, também foi fora do comum, chegou de repente com um céu azul onde os raios de sol desenhavam riscos de luz quente.
Foram todos saindo de seus abrigos. Houve uma grande reunião na clareira, onde todas as espécies contaram suas experiências diferentes. Era cobra conversando com sapo, carneiro com lobo e aranha com mosca.
O rei Leôncio pediu silêncio e muito compenetrado declarou feriado florestal. Terminou com um discurso:
- Este foi o pior inverno que passamos nesta floresta: nosso lar, mas foi também o mais rico porque aprendemos a conviver com as pequenas feridas de uma relação muito próxima. Pode causar dor, mas é muito mais importante do que morrer na solidão gelada. A dificuldade pode unir em vez de separar.
- Agora, para comemorar a alegria da primavera, está aberto o baile!
- Hakuna Matata!!
sábado, 31 de maio de 2008
CITRONELA
BEM INTERESSANTE
Resposta Técnica
Assunto
Produtos químicos.
Palavras-chave
Citronela; essência; extração; óleo essencial; produção.
Identificação da Demanda
Como produzir essência de citronela?
Solução apresentada
A citronela (Cymbopogon nardus) é uma planta originária do Ceilão e sul da Índia, e sua essência é utilizada
particularmente como repelente de insetos, apresentando muito boa eficiência. A partir desta planta ou matériaprima
natural, dentre outras aplicações, é possível a elaboração de um repelente de insetos seguro para a saúde
humana e animal.
Cultivo
O cultivo da citronela é simples, devendo ser realizado em local ensolarado e ventilado. A planta é de clima
tropical e subtropical, não suportando o frio, já que as geadas chegam a causar a morte das plantas. Requer
solos areno-argilosos a francos, porosos e férteis e bem drenados. Recomenda-se o plantio no início do outono
(março-abril) ou na entrada da primavera (setembro), sendo realizado por meio da divisão de touceiras que, com
a redução das folhas e raízes, constituirão as mudas. A colheita pode ser feita a partir do segundo ano, em
cortes a 5 cm acima do solo, sendo possível um segundo ou terceiro corte em cultivos bem produzidos. Após a
colheita, as partes utilizadas (folhas, colmos verdes e óleo essencial) devem ser levadas imediatamente para o
processamento para evitar perdas de óleo essencial. As plantas em produção podem durar mais de 8 anos, mas
é aconselhável a sua substituição a cada 4 anos de produção.
As principais aplicações do óleo essencial de citronela são como: planta aromática para fins de perfumaria;
repelente de insetos no lar e grãos armazenados; desinfetante do lar e bactericida laboratorial; e, matéria-prima
para síntese de outros aromas.
Extração de óleo essencial
No processo de extração de óleo essencial, podem ser aplicados diversos métodos, tais como a hidrodestilação,
maceração, extração por solvente, “enfleurage”, gases supercríticos e microondas. Dentre esses métodos, o de
maior aplicação é o de hidrodestilação, o qual se divide em duas técnicas que são o arraste de vapor e a
coobação (recirculação de águas condensadas). Entretanto, são necessários conhecimentos na condução do
processo de destilação e no funcionamento de equipamentos para a extração de óleos essenciais, tanto em
escala laboratorial quanto industrial.
Dentre as propriedades físicas a serem consideradas nos extratores é a densidade do óleo essencial a ser
extraído, se mais (r >1) ou menos densos que a água (r <1),>.
O CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICA – CPT disponibiliza um vídeo sobre óleos essenciais que trata dos
óleos essenciais e suas formas de uso, da extração por destilação, da instalação da destilaria, das espécies
vegetais produtoras, entre outros tópicos. Este material pode ser adquirido via telefone – (31) 3899 7000 – ou
pelo site:.
Sugere-se também a consulta da bibliografia e sites indicados nas referências.
Referências
ARAUJO, N. C. Existe viabilidade técnica e ou econômica em se aproveitar folhas e talos de aroeira em fase
arbustiva para a extração de óleos ou outro componente? In: SERVIÇO BRASILEIRO DE RESPOSTAS
TÉCNICAS – SBRT. Disponível em:. Acesso em: 21 set. 2005.
ARAUJO, N. C. Óleos essências podem ser obtidos das plantas, por carreamento, pela passagem de vapor
d’água através de suas folhas com decantação posterior. Como conseguir isto de forma caseira e barata. In:
SERVIÇO BRASILEIRO DE RESPOSTAS TÉCNICAS – SBRT. Disponível em:
. Acesso em: 21 set. 2005.
AROMALANDIA. Óleos essenciais. Disponível em:
. Acesso em: 21 set. 2005.
CASTRO, L. O.; RAMOS, R. L. D. Principais gramíneas produtoras de óleos essenciais. Boletim Técnico da
Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária. Nº 11. mar. 2003. Disponível em:
. Acesso em: 19 set. 2005.
CITROSAFE INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Disponível em:.
Acesso em: 21 set. 2005.
ECOLE PUBLIQUE DES VILLARDS SUR THONES. Quelques méthodes d’extraction. Disponível em:
. Acesso em: 21 set. 2005.
GRUPO CHEIROS DA TERRA. Perfumes. Disponível em:
. Acesso em: 21 set. 2005.
GRUPO CHEIROS DA TERRA. Cosméticos. Disponível em:
. Acesso em: 21 set. 2005.
GUERREIRO, L. Gostaria que me informassem sobre o equipamento e quem compra o sub-produto do
gengibre. Gostaria de informações sobre a produção de óleo de gengibre e outros produtos a base de gengibre.
4
In: SERVIÇO BRASILEIRO DE RESPOSTAS TÉCNICAS – SBRT. Disponível em:
. Acesso em: 21 set. 2005.
GUIMARÃES, P. I. C.; OLIVEIRA, R. E. C.; ABREU, R. G. Extraindo óleos essenciais de plantas. Química
nova na escola. Nº 11, mai. 2000. Disponível em:.
Acesso em: 21 set. 2005.
HERBARIO. Óleos essenciais. Disponível em:.
Acesso em: 21 set.2005.
LE MONDE DES PARFUMS. Disponível em:. Acesso em 21 set. 2005.
RAMOS, F. Extração de óleos essenciais. Penso, logo sou! Laboratório de investigação da consciência.
Disponível em:. Acesso em: 21 set. 2005.
ROCHA, F. Quero obter informações sobre o processo de produção de óleos essenciais e extratos líquidos e
secos vegetais. In: SERVIÇO BRASILEIRO DE RESPOSTAS TÉCNICAS – SBRT. Disponível em:
. Acesso em: 21 set. 2005.
SANTOS, A. S. et all. Descrição de sistemas e de métodos de extração de óleos essenciais e
determinação de umidade de biomassa em laboratório. Comunicado Técnico Nº99. EMPRESA BRASILEIRA
DE PESQUISA AGROPECUÁRIA – EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL. Nov. 2004, Belém/PA. Disponível em:
. Acesso em: 19 set. 2005.
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS – UNICAMP. CENTRO PLURIDISCIPLINAR DE PESQUISAS
QUÍMICAS, BIOLÓGICAS E AGRÍCOLAS – CPQBA. Disponível em:
. Acesso em: 21 set. 2005.
VALLEJO, S. Quero obter informações sobre o processo de fabricação de perfumes em pequena escala. Quais
são as formulações? Quais são as essências nas versões dos importados famosos? É preciso registrar o
produto? In: SERVIÇO BRASILEIRO DE RESPOSTAS TÉCNICAS – SBRT. Disponível em:
. Acesso em: 21 set. 2005.
Nome do técnico responsável
Mauro Sander Fett – Engenheiro Agrônomo e Msc. em Economia Rural.
Nome da Instituição respondente
SENAI/RS – Departamento Regional
Data de finalização
21/09/2005
Resposta Técnica
Assunto
Produtos químicos.
Palavras-chave
Citronela; essência; extração; óleo essencial; produção.
Identificação da Demanda
Como produzir essência de citronela?
Solução apresentada
A citronela (Cymbopogon nardus) é uma planta originária do Ceilão e sul da Índia, e sua essência é utilizada
particularmente como repelente de insetos, apresentando muito boa eficiência. A partir desta planta ou matériaprima
natural, dentre outras aplicações, é possível a elaboração de um repelente de insetos seguro para a saúde
humana e animal.
Cultivo
O cultivo da citronela é simples, devendo ser realizado em local ensolarado e ventilado. A planta é de clima
tropical e subtropical, não suportando o frio, já que as geadas chegam a causar a morte das plantas. Requer
solos areno-argilosos a francos, porosos e férteis e bem drenados. Recomenda-se o plantio no início do outono
(março-abril) ou na entrada da primavera (setembro), sendo realizado por meio da divisão de touceiras que, com
a redução das folhas e raízes, constituirão as mudas. A colheita pode ser feita a partir do segundo ano, em
cortes a 5 cm acima do solo, sendo possível um segundo ou terceiro corte em cultivos bem produzidos. Após a
colheita, as partes utilizadas (folhas, colmos verdes e óleo essencial) devem ser levadas imediatamente para o
processamento para evitar perdas de óleo essencial. As plantas em produção podem durar mais de 8 anos, mas
é aconselhável a sua substituição a cada 4 anos de produção.
As principais aplicações do óleo essencial de citronela são como: planta aromática para fins de perfumaria;
repelente de insetos no lar e grãos armazenados; desinfetante do lar e bactericida laboratorial; e, matéria-prima
para síntese de outros aromas.
Extração de óleo essencial
No processo de extração de óleo essencial, podem ser aplicados diversos métodos, tais como a hidrodestilação,
maceração, extração por solvente, “enfleurage”, gases supercríticos e microondas. Dentre esses métodos, o de
maior aplicação é o de hidrodestilação, o qual se divide em duas técnicas que são o arraste de vapor e a
coobação (recirculação de águas condensadas). Entretanto, são necessários conhecimentos na condução do
processo de destilação e no funcionamento de equipamentos para a extração de óleos essenciais, tanto em
escala laboratorial quanto industrial.
Dentre as propriedades físicas a serem consideradas nos extratores é a densidade do óleo essencial a ser
extraído, se mais (r >1) ou menos densos que a água (r <1),>.
O CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICA – CPT disponibiliza um vídeo sobre óleos essenciais que trata dos
óleos essenciais e suas formas de uso, da extração por destilação, da instalação da destilaria, das espécies
vegetais produtoras, entre outros tópicos. Este material pode ser adquirido via telefone – (31) 3899 7000 – ou
pelo site:
Sugere-se também a consulta da bibliografia e sites indicados nas referências.
Referências
ARAUJO, N. C. Existe viabilidade técnica e ou econômica em se aproveitar folhas e talos de aroeira em fase
arbustiva para a extração de óleos ou outro componente? In: SERVIÇO BRASILEIRO DE RESPOSTAS
TÉCNICAS – SBRT. Disponível em:
ARAUJO, N. C. Óleos essências podem ser obtidos das plantas, por carreamento, pela passagem de vapor
d’água através de suas folhas com decantação posterior. Como conseguir isto de forma caseira e barata. In:
SERVIÇO BRASILEIRO DE RESPOSTAS TÉCNICAS – SBRT. Disponível em:
AROMALANDIA. Óleos essenciais. Disponível em:
CASTRO, L. O.; RAMOS, R. L. D. Principais gramíneas produtoras de óleos essenciais. Boletim Técnico da
Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária. Nº 11. mar. 2003. Disponível em:
CITROSAFE INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Disponível em:
Acesso em: 21 set. 2005.
ECOLE PUBLIQUE DES VILLARDS SUR THONES. Quelques méthodes d’extraction. Disponível em:
GRUPO CHEIROS DA TERRA. Perfumes. Disponível em:
GRUPO CHEIROS DA TERRA. Cosméticos. Disponível em:
GUERREIRO, L. Gostaria que me informassem sobre o equipamento e quem compra o sub-produto do
gengibre. Gostaria de informações sobre a produção de óleo de gengibre e outros produtos a base de gengibre.
4
In: SERVIÇO BRASILEIRO DE RESPOSTAS TÉCNICAS – SBRT. Disponível em:
GUIMARÃES, P. I. C.; OLIVEIRA, R. E. C.; ABREU, R. G. Extraindo óleos essenciais de plantas. Química
nova na escola. Nº 11, mai. 2000. Disponível em:
Acesso em: 21 set. 2005.
HERBARIO. Óleos essenciais. Disponível em:
Acesso em: 21 set.2005.
LE MONDE DES PARFUMS. Disponível em:
RAMOS, F. Extração de óleos essenciais. Penso, logo sou! Laboratório de investigação da consciência.
Disponível em:
ROCHA, F. Quero obter informações sobre o processo de produção de óleos essenciais e extratos líquidos e
secos vegetais. In: SERVIÇO BRASILEIRO DE RESPOSTAS TÉCNICAS – SBRT. Disponível em:
SANTOS, A. S. et all. Descrição de sistemas e de métodos de extração de óleos essenciais e
determinação de umidade de biomassa em laboratório. Comunicado Técnico Nº99. EMPRESA BRASILEIRA
DE PESQUISA AGROPECUÁRIA – EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL. Nov. 2004, Belém/PA. Disponível em:
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS – UNICAMP. CENTRO PLURIDISCIPLINAR DE PESQUISAS
QUÍMICAS, BIOLÓGICAS E AGRÍCOLAS – CPQBA. Disponível em:
VALLEJO, S. Quero obter informações sobre o processo de fabricação de perfumes em pequena escala. Quais
são as formulações? Quais são as essências nas versões dos importados famosos? É preciso registrar o
produto? In: SERVIÇO BRASILEIRO DE RESPOSTAS TÉCNICAS – SBRT. Disponível em:
Nome do técnico responsável
Mauro Sander Fett – Engenheiro Agrônomo e Msc. em Economia Rural.
Nome da Instituição respondente
SENAI/RS – Departamento Regional
Data de finalização
21/09/2005
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Tribulus terrestris: a planta que é considerada um "viagra natural"
Tribulus terrestris
Os pesquisadores já descobriram que a Tribulus terrestris pode elevar significativamente os níveis dos hormônios LH e da testosterona.
Uma planta nativa da África e da Índia tem despertado a atenção aqui no Brasil por um detalhe bem interessante: por suas propriedades, ela é considerada um verdadeiro "viagra natural". Trata-se da Tribulus terrestris, planta pertencente à Família Zigophyllaceae, muito rústica, capaz de se desenvolver mesmo em climas desérticos e em solos pobres.
Além do nome sugestivo que recebeu aqui no Brasil, popularmente ela é conhecida também como puncture vine e goathead (em inglês), abrojo (em espanhol) e tribulus (em italiano). Outros nomes são bem comuns (já traduzidos para a nossa língua): cabeça-de-gato, espinho-do-diabo e erva-daninha-do-diabo.
A Tribulus terrestris é uma planta herbácea rasteira e perene, que pode se comportar como planta anual em regiões de clima mais frio. Apresenta grande quantidade de espinhos, que aparecem até nos frutos. Seus ramos estendidos podem atingir cerca de 50 cm, com folhas pequenas e opostas, podendo formar de 5 a 8 pares de folhas. Na primavera e no verão, a planta produz flores amarelas, com cinco pétalas.
Cerca de uma semana após o florescimento surgem os frutos, que contém de 4 a 5 sementes. Estas sementes são muito duras e cada uma delas tem duas pontas muito afiadas, semelhantes a chifres, que além de machucar os pés quando pisadas podem até furar pneus de bicicleta. Curiosamente, estas sementes já foram usadas como armas mortais na África do Sul. Elas eram impregnadas com o suco venenoso da Acokanthera venerata e colocadas estrategicamente onde as vítimas provavelmente pisariam. A planta sul-africana Acokanthera venerata contém um glicosídeo considerado cardiotóxico, forte o suficiente para causar a morte.
Tônico sexual
Na Grécia Antiga, era comum o uso dos frutos secos da Tribulus terrestris como um laxante suave e um tônico geral. Na China, era muito utilizada para tratar problemas do fígado e como remédio cardiovascular, além de eliminar dores de cabeça e exaustão nervosa. O uso como afrodisíaco era muito comum na Índia.
Mas, na verdade, o uso mais disseminado da Tribulus terrestris é no tratamento de problemas sexuais. O uso popular relata sucesso no tratamento de infertilidade nas mulheres, impotência ou disfunção erétil nos homens e aumento da libido em ambos os sexos. Os resultados dispararam a realização de vários estudos científicos por todo o mundo, inclusive no Brasil, com resultados bem promissores.
Os pesquisadores já descobriram que a Tribulus terrestris pode elevar significativamente os níveis dos hormônios LH e da testosterona, cujos efeitos foram confirmados com o aumento na freqüência e força na ereção, além de aumento do vigor na atividade sexual. Outros efeitos positivos foram relacionados, como a diminuição nas taxas de colesterol, melhora no humor e na auto-estima.
As partes da planta utilizadas como medicamento são as folhas e as raízes.
No Brasil, um dos estudos com a Tribulus terrestris foi realizado pelo ginecologista Décio Luiz Alves, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O pesquisador resolveu testar a planta após avaliar um estudo sobre a eficácia da planta que envolveu 45 homens - saudáveis e diabéticos, realizado na Indonésia, em 1998. O uso da medicação proporcionou uma melhora significativa (de até 65%) no desempenho sexual dos participante
Tribulus terrestris
Os pesquisadores já descobriram que a Tribulus terrestris pode elevar significativamente os níveis dos hormônios LH e da testosterona.
Uma planta nativa da África e da Índia tem despertado a atenção aqui no Brasil por um detalhe bem interessante: por suas propriedades, ela é considerada um verdadeiro "viagra natural". Trata-se da Tribulus terrestris, planta pertencente à Família Zigophyllaceae, muito rústica, capaz de se desenvolver mesmo em climas desérticos e em solos pobres.
Além do nome sugestivo que recebeu aqui no Brasil, popularmente ela é conhecida também como puncture vine e goathead (em inglês), abrojo (em espanhol) e tribulus (em italiano). Outros nomes são bem comuns (já traduzidos para a nossa língua): cabeça-de-gato, espinho-do-diabo e erva-daninha-do-diabo.
A Tribulus terrestris é uma planta herbácea rasteira e perene, que pode se comportar como planta anual em regiões de clima mais frio. Apresenta grande quantidade de espinhos, que aparecem até nos frutos. Seus ramos estendidos podem atingir cerca de 50 cm, com folhas pequenas e opostas, podendo formar de 5 a 8 pares de folhas. Na primavera e no verão, a planta produz flores amarelas, com cinco pétalas.
Cerca de uma semana após o florescimento surgem os frutos, que contém de 4 a 5 sementes. Estas sementes são muito duras e cada uma delas tem duas pontas muito afiadas, semelhantes a chifres, que além de machucar os pés quando pisadas podem até furar pneus de bicicleta. Curiosamente, estas sementes já foram usadas como armas mortais na África do Sul. Elas eram impregnadas com o suco venenoso da Acokanthera venerata e colocadas estrategicamente onde as vítimas provavelmente pisariam. A planta sul-africana Acokanthera venerata contém um glicosídeo considerado cardiotóxico, forte o suficiente para causar a morte.
Tônico sexual
Na Grécia Antiga, era comum o uso dos frutos secos da Tribulus terrestris como um laxante suave e um tônico geral. Na China, era muito utilizada para tratar problemas do fígado e como remédio cardiovascular, além de eliminar dores de cabeça e exaustão nervosa. O uso como afrodisíaco era muito comum na Índia.
Mas, na verdade, o uso mais disseminado da Tribulus terrestris é no tratamento de problemas sexuais. O uso popular relata sucesso no tratamento de infertilidade nas mulheres, impotência ou disfunção erétil nos homens e aumento da libido em ambos os sexos. Os resultados dispararam a realização de vários estudos científicos por todo o mundo, inclusive no Brasil, com resultados bem promissores.
Os pesquisadores já descobriram que a Tribulus terrestris pode elevar significativamente os níveis dos hormônios LH e da testosterona, cujos efeitos foram confirmados com o aumento na freqüência e força na ereção, além de aumento do vigor na atividade sexual. Outros efeitos positivos foram relacionados, como a diminuição nas taxas de colesterol, melhora no humor e na auto-estima.
As partes da planta utilizadas como medicamento são as folhas e as raízes.
No Brasil, um dos estudos com a Tribulus terrestris foi realizado pelo ginecologista Décio Luiz Alves, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O pesquisador resolveu testar a planta após avaliar um estudo sobre a eficácia da planta que envolveu 45 homens - saudáveis e diabéticos, realizado na Indonésia, em 1998. O uso da medicação proporcionou uma melhora significativa (de até 65%) no desempenho sexual dos participante
Plantas Antioxidantes:Elas previnem o envelhecimento
Por: Luiz Carlos Leme Franco*
Há mais de três milhões de anos um acaso evolutivo do seu metabolismo fez as algas verdes/azuis começarem a liberar oxigênio, que subira da superfície das águas e se acumulou na mais alta atmosfera em forma de 03.Isso formou uma camada protetora contra raios ultravioletas do Sol, propiciando que os seres do mundo subaquático, onde a incidência desta energia letal era pequena, conquistassem a superfície da Terra.Este gás oxigênio, em todas as suas formas, tornou possível a expansão da vida no planeta porque permitiu, além da proteção às radiações, uma grandiosa eficiência metabólica com produção maior e mais rápida de energia que a fotossíntese. Este gás que se tornou extremamente necessário à vida é bastante tóxico e os organismos tiveram que sofrer uma grande adaptação bioquímica para conviver com ele.
Hoje, a sua taxa na atmosfera é estável, em torno de 21 %, e se o índice fosse maior que 25% haveria no planeta enormes incêndios, porque ele é altamente inflamável. Se, por outro lado, baixar de 15% o fluxo deste gás na cadeia energética das atuais mitocôndrias não se daria de modo satisfatório. Para manter este "quantum" nesta faixa, as plantas contribuem ainda com a sua fotossíntese e os demais organismos se adaptaram para destruir o excesso de oxigênio que a própria cadeia produz como radicais livres. Altamente reativos, eles destroem outros elementos com o objetivo de adquirir elétrons para se neutralizarem (embora a grande maioria destas reações ocorram com o oxigênio, não é exclusivo dele), reduzindo-se então, e oxidando os elementos que são forçados a ceder os elétrons faltantes. Daí serem oxidantes. Os elementos oxidados necessitam, por sua vez, de elétrons e a cadeia caminha desordenando células, tecidos, órgãos, sistemas que são obrigados a, mesmo sem poderem, ceder seus elétrons.
Assim, os seres que sobrevivem às custas deste mecanismo perigoso, se não controlado, adaptaram-se e contam com mecanismos antioxidantes para coibir isto, antes que este oxigênio, em suas formas reativas destrua o próprio organismo.A poluição, a fumaça, o cigarro, o estresse, o corte indiscriminado de vegetais estão contribuindo para que o sistema entre em falência porque os organismos não conseguem mais, sozinhos, inibir esta oxidação, através das substâncias que produzem, como as enzimas dismutase superóxida, peroxidase glutationa e catalase. Assim os organismos precisam de auxílio externo, proporcionado pelas vitaminas, principalmente as A, C e E, os flavonóides, os carotenos (e carotenóides = xantofilas) e pelos minerais como o selênio e o germânio, por exemplo.Estes elementos que o organismo não tem em sua dispensa, ou os tem pouquíssimo, devem ser obtidos via alimentação, como preceituam a medicina naturalista, a trofoterapia, a medicina ortomolecular e a fitoterapia, já que as plantas são as grandes fontes destas substâncias.
Trabalhando com as vitaminas e minerais citados como exemplo, temos o seguinte:
VITAMINA A - um grupo de compostos lipossolúveis e, portanto, acumuláveis nos corpos, pode ser disponível ao organismo sob a forma de retinóides, provenientes de alimentos de origem animal e de carotenóides, de origem vegetal, que na verdade é um precursor da vitamina A, só se transformando nela conforme a necessidade orgânica. Por esta propriedade os carotenóides não são tóxicos, como a vitamina já formada, retinóides de origem animal e que são cumuláveis. É essencial para a função sensível da retina, para o crescimento e para a manutenção dos epitélios. Também aumenta o poder do sistema imunológico e é grande antioxidante por absorver a energia da espécie ativa do oxigênio chamada singlet, talvez a mais ávida por elétrons. Ajuda a recompor a vitamina C desgastada em alguns processos metabólicos, é também grande antioxidante.Pode ser conseguida, por meio de pró-vitamina A nas plantas:
alfafa (Medicago sativa L),
alcachofra (Cynara scolymus L),
abacateiro (Persea gratissima Gaertn),
urucum (Bixa orellana L,B. arborea Hubr),
trigo(gérmen) (Triticum sativum Lank)
Spirulina maxima,
urtigas (U. dioica L ou U. urens e U. pilulifera).
O abacateiro, o alho (Allium sativum L), o sabugueiro (Sambucus nigra L), a malva (M. sylvestris L), a pfáfia (Pfaffia sp), as urtigas, o dente-de-leão (Taraxacum off. Weber), a videira (Vitis vinifera), o albicoco (Prunus armeniaca L)) e as algas Macrocystis pyrifera têm vitamina A.
VITAMINA C - Também conhecida como ácido ascórbico é indispensável à manutenção das cartilagens, dentes, veias, artérias e capilares. Atua beneficamente nas glândulas e na pele, pigmentando-a; auxilia o fígado na formação do glicogênio, colabora na absorção dos hidratos de carbono, e trabalha o sistema respiratório, principalmente aí, e como antiinflamatória atuando como grande antioxidante.Acha-se presente nas medicinais:
alfafa (Medicago sativa L),
rosas (norueguesa é melhor, mas também na mosqueta rubiginosa, syn. canina L),
mirtilo (Vaccinium myrtillus),
agrimônia (A. eupatoria),
urucum (Bixa orellana)
cavalinha (Equisetum arvense L),
alecrim (Rosmarinus officinalis.),
babosa (Aloe vera L, Aloe vulgar Lank, Aloe barbadensis Miller),
bétula (B. alba),
capuchinha (Tropaeolumm majus L),
dente-de-leão (Taraxacum officinalis. Weber),
borragem (Borago officinalis L) tem 0,04%,
camomilas (Matricaria chamomilla L é um bom exemplo),
pfáfia (Pfaffia sp),
ulmária (Spiraea u. L. Filipendula u.(L)M),
castanha-da-índia (Aesculus hippocastannus L) e do Pará (Bertholletia excelsa Humb. et Bonpi),
hibiscus (H. sabdariffa D. C.),
hipérico/hipericão (Hypericum perforatum L),
losnas (v.g. Artemisia absinthium L),
quebra-pedra (Phyllantus niruri L= 0,4%),
crataegus (C.oxyacantha),
dróseras (D. rotudifolia,intermedia e longifolia),
malva (M. sylvestris L),
hortelã-pimenta (Mentha piperita L),
cavalinha (Equisetum arvense L),
sabugueiro (Sambucus nigra L),
ginseng coreano (Panax gingeng C. A. Meyer),
celidônia (Chelidonium majus- pequena quantidade),
urtigas (U. dioica L ou U. urens e U. pilulifera),
tanchagem (Plantago maior L),
videira (Vitis vinifera),
tília (T. cordata Mill),
algas Macrocystis pyrifera
e muitas ervas usadas como alimentos.
VITAMINA E - também conhecida como (alfa)tocoferol tem como principal ação regularizar a reprodução, combatendo esterilidades e evitando abortos, além de normalizar gestações. Exerce, junto com a vitamina A, importante ação antioxidante ao inibir a peroxidação lipídica. Age na cicatrização e se peroxida quando é antioxidante. Atua bem nos processos inflamatórios. Regenera-se em presença de vitaminas C, B2 e A. Entre muitas outras ações retarda o envelhecimento por nos proteger da poluição do ar. Onde encontrar:
abacateiro (Persea americana Mill, syn Laurus persea L=Persea gratissima de Gaertn),
alfafa (Medicago sativa L),
pfáfia (Pfaffia sp),
trigo (Triticum sativum Lank),
castanha-do-pará (Bertholletia excelsa Humb. et Bonpi),
algas Macrocystis pyrifera,
o alimentício agrião (Nasturtium off),
as castanha-do-pará e de caju, nozes e pistache são recursos a serem usados em sua falta.
GERMÂNIO - Abundante na natureza, parece nos ser útil apenas pela sugestão de estudos há pouco realizados (de Kazuhito Asai e outros mais recentes) que indicam o seu componente orgânico Ge-132, como estimulante da imunidade e da destruição de radicais livres do oxigênio. Russos o estudam como antitumorais. Plantas medicinais que o fornecem:
Fucus vesiculosus,
Fucus crispus,
ginseng coreano (Panax gingeng),
babosa (Aloe vera L)
alho (Allium sativum L)
SELÊNIO - As substituições de células envelhecidas por novas, processo que ocorre com freqüência em nosso organismo, depende de Ácido Desoxirribonucleico e Ribonucleico e podem ser retardadas por oxidações em excesso. O selênio, antioxidante que reduz a oxidação de pontes sulfídricas das proteínas e na desnaturação do colágeno, trabalha aí. É tido como notável protetor do coração. Há evidências de bom uso na Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – Aids - (o Selênio é um elemento chave no sistema imunológico). Onde encontrar: ]
alho (Allium sativum L),
cebola (Allium sepa),
cogumelo (champions e outros),
levedura de cerveja (Saccharomyces cerevisiae),
castanha-do-pará,
alguns cereais integrais
Além das plantas antioxidantes citadas por possuir as vitaminas e minerais acima, há muitas que agem como tal por possuir enzimas, flavonóides ou outras substâncias não interessantes ao nosso trabalho de agora. De exemplo citamos o arroz integral que tem radical anti hidroxila e antiradical superóxido; o boldo e o açafrão que bloqueiam a peroxidação lipídica.
Para saber mais:Alimentação Naturista, de Dieno Castanho - Alvorada, SP,1983.Alimentos que Curam, de Miriam Polunin - Marco Zero, SP,1997.Atividade física e radical livre, de Prof. José Luiz e Sérgio Signorini - ícone, SP,1993.Revista Consumidor S.A. pág 8-12 - Saúde garantida ou dinheiro perdido, s.a. - IDEC, SP. set 1995. Dicas de Alimentos e Plantas para a Saúde, de Dr. Sérgio Augusto Teixeira-ediouro, RJ,1973 Dicionário de Vitaminas, de Leonard Mervyn - ground, SP,1990.Earl Mindell’s Vitamine Biblle s.a., EUA s.d.As fórmulas mágicas das plantas, de Alexandros Spyros Botsaris - nova era, RJ, 1997.O poder das plantas, s.a. - claret, SP, 1995.O poder das vitaminas, s.a. - claret, SP, s.d.Revista da Assoc. Paulista de Medicina e Cirurgia - radicais livres, dr Pedro Fernandes Lara - APMC, n 119, páginas 33-49, SP,1992.Revista de Oxidologia, vários autores e números, AMBO, SP,1997,1998.Revista da Soc. Brasil. de Radicais Livres , vários autores e números, SMBRL, SP.Saúde (revista)- Medicina Ortomolecular- ano l n. 1, , s.a. - s.e. s.l., maio/95.Suplementos Nutricionais, de Dr. Márcio Bontempo - best-seller,SP,1997.The New England Journal de Medicine, de John G. Bieri et all - Vol 508, n.18, may,1983.Vida e Saúde,-pág 4-7-O perigo das megadoses-de Winston Craig- Adventista, SP,out 1994.Vitamins & Minerals s.a - Consumer Guide, EUA, March 1989.Vitamins & Minerals s.a - Consumer Guide, EUA, March 1989.Vitaminas, de Dr. Art Ulene, Dra.Val Ulene - eko, Blumenau, SC, 1995.
Luiz Carlos Leme Franco (lemefranco@netpar.com.br) é médico fitoterapeuta e professor de fitoterapia.
Por: Luiz Carlos Leme Franco*
Há mais de três milhões de anos um acaso evolutivo do seu metabolismo fez as algas verdes/azuis começarem a liberar oxigênio, que subira da superfície das águas e se acumulou na mais alta atmosfera em forma de 03.Isso formou uma camada protetora contra raios ultravioletas do Sol, propiciando que os seres do mundo subaquático, onde a incidência desta energia letal era pequena, conquistassem a superfície da Terra.Este gás oxigênio, em todas as suas formas, tornou possível a expansão da vida no planeta porque permitiu, além da proteção às radiações, uma grandiosa eficiência metabólica com produção maior e mais rápida de energia que a fotossíntese. Este gás que se tornou extremamente necessário à vida é bastante tóxico e os organismos tiveram que sofrer uma grande adaptação bioquímica para conviver com ele.
Hoje, a sua taxa na atmosfera é estável, em torno de 21 %, e se o índice fosse maior que 25% haveria no planeta enormes incêndios, porque ele é altamente inflamável. Se, por outro lado, baixar de 15% o fluxo deste gás na cadeia energética das atuais mitocôndrias não se daria de modo satisfatório. Para manter este "quantum" nesta faixa, as plantas contribuem ainda com a sua fotossíntese e os demais organismos se adaptaram para destruir o excesso de oxigênio que a própria cadeia produz como radicais livres. Altamente reativos, eles destroem outros elementos com o objetivo de adquirir elétrons para se neutralizarem (embora a grande maioria destas reações ocorram com o oxigênio, não é exclusivo dele), reduzindo-se então, e oxidando os elementos que são forçados a ceder os elétrons faltantes. Daí serem oxidantes. Os elementos oxidados necessitam, por sua vez, de elétrons e a cadeia caminha desordenando células, tecidos, órgãos, sistemas que são obrigados a, mesmo sem poderem, ceder seus elétrons.
Assim, os seres que sobrevivem às custas deste mecanismo perigoso, se não controlado, adaptaram-se e contam com mecanismos antioxidantes para coibir isto, antes que este oxigênio, em suas formas reativas destrua o próprio organismo.A poluição, a fumaça, o cigarro, o estresse, o corte indiscriminado de vegetais estão contribuindo para que o sistema entre em falência porque os organismos não conseguem mais, sozinhos, inibir esta oxidação, através das substâncias que produzem, como as enzimas dismutase superóxida, peroxidase glutationa e catalase. Assim os organismos precisam de auxílio externo, proporcionado pelas vitaminas, principalmente as A, C e E, os flavonóides, os carotenos (e carotenóides = xantofilas) e pelos minerais como o selênio e o germânio, por exemplo.Estes elementos que o organismo não tem em sua dispensa, ou os tem pouquíssimo, devem ser obtidos via alimentação, como preceituam a medicina naturalista, a trofoterapia, a medicina ortomolecular e a fitoterapia, já que as plantas são as grandes fontes destas substâncias.
Trabalhando com as vitaminas e minerais citados como exemplo, temos o seguinte:
VITAMINA A - um grupo de compostos lipossolúveis e, portanto, acumuláveis nos corpos, pode ser disponível ao organismo sob a forma de retinóides, provenientes de alimentos de origem animal e de carotenóides, de origem vegetal, que na verdade é um precursor da vitamina A, só se transformando nela conforme a necessidade orgânica. Por esta propriedade os carotenóides não são tóxicos, como a vitamina já formada, retinóides de origem animal e que são cumuláveis. É essencial para a função sensível da retina, para o crescimento e para a manutenção dos epitélios. Também aumenta o poder do sistema imunológico e é grande antioxidante por absorver a energia da espécie ativa do oxigênio chamada singlet, talvez a mais ávida por elétrons. Ajuda a recompor a vitamina C desgastada em alguns processos metabólicos, é também grande antioxidante.Pode ser conseguida, por meio de pró-vitamina A nas plantas:
alfafa (Medicago sativa L),
alcachofra (Cynara scolymus L),
abacateiro (Persea gratissima Gaertn),
urucum (Bixa orellana L,B. arborea Hubr),
trigo(gérmen) (Triticum sativum Lank)
Spirulina maxima,
urtigas (U. dioica L ou U. urens e U. pilulifera).
O abacateiro, o alho (Allium sativum L), o sabugueiro (Sambucus nigra L), a malva (M. sylvestris L), a pfáfia (Pfaffia sp), as urtigas, o dente-de-leão (Taraxacum off. Weber), a videira (Vitis vinifera), o albicoco (Prunus armeniaca L)) e as algas Macrocystis pyrifera têm vitamina A.
VITAMINA C - Também conhecida como ácido ascórbico é indispensável à manutenção das cartilagens, dentes, veias, artérias e capilares. Atua beneficamente nas glândulas e na pele, pigmentando-a; auxilia o fígado na formação do glicogênio, colabora na absorção dos hidratos de carbono, e trabalha o sistema respiratório, principalmente aí, e como antiinflamatória atuando como grande antioxidante.Acha-se presente nas medicinais:
alfafa (Medicago sativa L),
rosas (norueguesa é melhor, mas também na mosqueta rubiginosa, syn. canina L),
mirtilo (Vaccinium myrtillus),
agrimônia (A. eupatoria),
urucum (Bixa orellana)
cavalinha (Equisetum arvense L),
alecrim (Rosmarinus officinalis.),
babosa (Aloe vera L, Aloe vulgar Lank, Aloe barbadensis Miller),
bétula (B. alba),
capuchinha (Tropaeolumm majus L),
dente-de-leão (Taraxacum officinalis. Weber),
borragem (Borago officinalis L) tem 0,04%,
camomilas (Matricaria chamomilla L é um bom exemplo),
pfáfia (Pfaffia sp),
ulmária (Spiraea u. L. Filipendula u.(L)M),
castanha-da-índia (Aesculus hippocastannus L) e do Pará (Bertholletia excelsa Humb. et Bonpi),
hibiscus (H. sabdariffa D. C.),
hipérico/hipericão (Hypericum perforatum L),
losnas (v.g. Artemisia absinthium L),
quebra-pedra (Phyllantus niruri L= 0,4%),
crataegus (C.oxyacantha),
dróseras (D. rotudifolia,intermedia e longifolia),
malva (M. sylvestris L),
hortelã-pimenta (Mentha piperita L),
cavalinha (Equisetum arvense L),
sabugueiro (Sambucus nigra L),
ginseng coreano (Panax gingeng C. A. Meyer),
celidônia (Chelidonium majus- pequena quantidade),
urtigas (U. dioica L ou U. urens e U. pilulifera),
tanchagem (Plantago maior L),
videira (Vitis vinifera),
tília (T. cordata Mill),
algas Macrocystis pyrifera
e muitas ervas usadas como alimentos.
VITAMINA E - também conhecida como (alfa)tocoferol tem como principal ação regularizar a reprodução, combatendo esterilidades e evitando abortos, além de normalizar gestações. Exerce, junto com a vitamina A, importante ação antioxidante ao inibir a peroxidação lipídica. Age na cicatrização e se peroxida quando é antioxidante. Atua bem nos processos inflamatórios. Regenera-se em presença de vitaminas C, B2 e A. Entre muitas outras ações retarda o envelhecimento por nos proteger da poluição do ar. Onde encontrar:
abacateiro (Persea americana Mill, syn Laurus persea L=Persea gratissima de Gaertn),
alfafa (Medicago sativa L),
pfáfia (Pfaffia sp),
trigo (Triticum sativum Lank),
castanha-do-pará (Bertholletia excelsa Humb. et Bonpi),
algas Macrocystis pyrifera,
o alimentício agrião (Nasturtium off),
as castanha-do-pará e de caju, nozes e pistache são recursos a serem usados em sua falta.
GERMÂNIO - Abundante na natureza, parece nos ser útil apenas pela sugestão de estudos há pouco realizados (de Kazuhito Asai e outros mais recentes) que indicam o seu componente orgânico Ge-132, como estimulante da imunidade e da destruição de radicais livres do oxigênio. Russos o estudam como antitumorais. Plantas medicinais que o fornecem:
Fucus vesiculosus,
Fucus crispus,
ginseng coreano (Panax gingeng),
babosa (Aloe vera L)
alho (Allium sativum L)
SELÊNIO - As substituições de células envelhecidas por novas, processo que ocorre com freqüência em nosso organismo, depende de Ácido Desoxirribonucleico e Ribonucleico e podem ser retardadas por oxidações em excesso. O selênio, antioxidante que reduz a oxidação de pontes sulfídricas das proteínas e na desnaturação do colágeno, trabalha aí. É tido como notável protetor do coração. Há evidências de bom uso na Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – Aids - (o Selênio é um elemento chave no sistema imunológico). Onde encontrar: ]
alho (Allium sativum L),
cebola (Allium sepa),
cogumelo (champions e outros),
levedura de cerveja (Saccharomyces cerevisiae),
castanha-do-pará,
alguns cereais integrais
Além das plantas antioxidantes citadas por possuir as vitaminas e minerais acima, há muitas que agem como tal por possuir enzimas, flavonóides ou outras substâncias não interessantes ao nosso trabalho de agora. De exemplo citamos o arroz integral que tem radical anti hidroxila e antiradical superóxido; o boldo e o açafrão que bloqueiam a peroxidação lipídica.
Para saber mais:Alimentação Naturista, de Dieno Castanho - Alvorada, SP,1983.Alimentos que Curam, de Miriam Polunin - Marco Zero, SP,1997.Atividade física e radical livre, de Prof. José Luiz e Sérgio Signorini - ícone, SP,1993.Revista Consumidor S.A. pág 8-12 - Saúde garantida ou dinheiro perdido, s.a. - IDEC, SP. set 1995. Dicas de Alimentos e Plantas para a Saúde, de Dr. Sérgio Augusto Teixeira-ediouro, RJ,1973 Dicionário de Vitaminas, de Leonard Mervyn - ground, SP,1990.Earl Mindell’s Vitamine Biblle s.a., EUA s.d.As fórmulas mágicas das plantas, de Alexandros Spyros Botsaris - nova era, RJ, 1997.O poder das plantas, s.a. - claret, SP, 1995.O poder das vitaminas, s.a. - claret, SP, s.d.Revista da Assoc. Paulista de Medicina e Cirurgia - radicais livres, dr Pedro Fernandes Lara - APMC, n 119, páginas 33-49, SP,1992.Revista de Oxidologia, vários autores e números, AMBO, SP,1997,1998.Revista da Soc. Brasil. de Radicais Livres , vários autores e números, SMBRL, SP.Saúde (revista)- Medicina Ortomolecular- ano l n. 1, , s.a. - s.e. s.l., maio/95.Suplementos Nutricionais, de Dr. Márcio Bontempo - best-seller,SP,1997.The New England Journal de Medicine, de John G. Bieri et all - Vol 508, n.18, may,1983.Vida e Saúde,-pág 4-7-O perigo das megadoses-de Winston Craig- Adventista, SP,out 1994.Vitamins & Minerals s.a - Consumer Guide, EUA, March 1989.Vitamins & Minerals s.a - Consumer Guide, EUA, March 1989.Vitaminas, de Dr. Art Ulene, Dra.Val Ulene - eko, Blumenau, SC, 1995.
Luiz Carlos Leme Franco (lemefranco@netpar.com.br) é médico fitoterapeuta e professor de fitoterapia.
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