quinta-feira, 19 de junho de 2008

ATRITE-SE!


Atritos
Roberto Crema
- Predidente da Unipaz –
Colégio Internacional dos Terapeutas

Ninguém muda ninguém.
Ninguém muda sozinho.
Nós mudamos no encontro.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e o sentimento do outro.
Você já viu a diferença que existe entre as pedras que estão na nascente de um rio e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas. À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio, sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desgastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos bons ou ruins sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela Vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes. Pessoas que, no contato com elas me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvida, com suas ações e palavras me criaram novas arestas que precisam ser desbastadas.
Faz parte...
Revezes momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo ainda, nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras cheias de excessos.
Os seres de grande valor percebem que ao final da vida foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar no seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois Deus fez a cada um de nós com um âmago muito forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de Amor.
Deus deu, a cada um de nós, a capacidade de amar... Mas temos que aprender como. Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir lapidando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ser ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos estes sentimentos contraditórios e ... os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: Atrite-se! Não existe outra forma de descobrir o Amor. E sem ele a Vida não tem significado!

terça-feira, 17 de junho de 2008

BEBA água com estômago vazio. Hoje é muito popular no Japão beber água imediatamente após levantar, na parte da manhã. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores. Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores. Para idosos com doenças graves e doenças em tratamento médico, a água tem sido muito bem sucedida. Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças: Dores de cabeça, corpo ferido, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarréia, diabetes, hemorróidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta. Método de tratamento:1. Na parte da manhã e antes de escovar os dentes, beber 4 x 160ml copos de água. 2. Lavar e limpar a boca, mas não comer ou beber nada durante 45 minutos. 3. Após 45 minutos, você pode comer e beber normalmente. 4. Após os 15 minutos do lanche, almoço e jantar não se deve comer ou beber nada durante 2 horas. 5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 4 copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente a quantidade para 4 copos por dia. 6. O método de tratamento cura doenças e outros podem desfrutar de uma vida mais saudável. A lista que se segue apresenta o número de dias que requer tratamento para curar / controle / reduzir as principais doenças: 1. Pressão Alta - 30 dias 2. Gastrite - 10 dias 3. Diabetes - 30 dias 4. Obstipação - 10 dias 5. Câncer - 180 dias 6. Tuberculose - 90 dias 7. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento para apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente. Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar frequentemente. É melhor, se continuarmos com o tratamento, porque este procedimento funciona como uma rotina de nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia. Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria. Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água potável para água quente, enquanto se come. Nada a perder, tudo a ganhar ...! Para quem gosta de beber água fria, esta secção aplica-se a eles. É bom beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição, porém, a água fria ou bebida fria solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão. Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto danificada o intestino. Muito em breve, isso vai se transformar em gordura e pode nos levar ao câncer. É melhor tomar uma sopa quente ou água quente após cada refeição. Nota muito grave - perigoso para o coração: As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo. Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula. Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco. Náuseas e sudorese intensa são sintomas muito comuns. 60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo. Sejamos cuidadosos e estamos vigilantes. Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência ... Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, enviá-la a pelo menos uma das pessoas que conhece, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida. Ser um verdadeiro amigo e enviar este artigo para todos os seus amigos e conhecidos.Acabei de fazer isso! Um abraço amigo

domingo, 8 de junho de 2008

EFEITOS COLATERAIS

Fitoterápicos também têm efeitos colaterais
kawa kawa
Estudiosos do Reino Unido analisaram as pesquisas científicas sobre os principais medicamentos à base de plantas disponíveis no mercado internacional - gingko biloba, ginseng, hipérico, kawa kawa, equinácea e saw palmetto. Eles fazem um alerta: esses medicamentos também podem causar efeitos colaterais. O trabalho foi divulgado em janeiro de 2002 pela revista "Annals of Internal Medicine".
A interação dos fitoterápicos com drogas sintéticas é a maior preocupação dos médicos. "As pessoas esquecem de avisar que estão usando fitoterápicos durante a consulta médica - acham que o produto natural não pode fazer mal ao corpo", diz o professor de farmacologia da Unifesp, Antônio José Lapa, que estuda fitoterápicos há 15 anos.
De acordo com a pesquisa inglesa, o gingko biloba, usado para melhorar a memória e a atenção e para combater a queda do desempenho cognitivo em idosos, principalmente entre aqueles que sofrem de mal de Alzheimer, pode causar sangramento e convulsões quando consumido em excesso. Isso ocorre com maior freqüência em pessoas que usam, ao mesmo tempo, gingko e anticoagulantes, como a aspirina. A combinação de anticoagulantes com ginseng, que ajuda a melhorar a concentração, também provoca o mesmo efeito.
Já o hipérico, indicado para depressão, pode causar sangramento quando utilizado em combinação com anticoncepcionais, drogas para o tratamento e controle da Aids e outros depressivos. Usado para gripes, a equinácea pode provocar asma e hepatite. O kawa kawa, que reduz a ansiedade, pode danificar o fígado quando é usado por longos períodos. Em contrapartida, alguns produtos apresentam efeitos leves, como o saw palmetto, indicado para reduzir a hiperplasia (aumento) da próstata, que pode causar dor de cabeça, náusea e vômito.(Fonte: Folha Equilíbrio

sexta-feira, 6 de junho de 2008

A ALMA DOS DIFERENTES


(Artur da Távola)

"... Ah, o diferente, esse ser especial!
Diferente não é quem pretenda ser. Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.

Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros. Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não agüentar, caso um dia venham, a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.

O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas. Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porque de quem o agride. Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.

O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.

O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em : "Puxa, fulano, como você é complicado". O que é o embrião de um
estilo próprio em : "Você não está vendo como todo mundo faz? "
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram ( e se transformam) nos seus grandes modificadores.

Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham. É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram. Quer onde outros cansam.
Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham.

Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera. Aceita empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar. Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio, e consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.

Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de malícia ou de baba. Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.

A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir entender.

Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suporta-lo depois."

domingo, 1 de junho de 2008

Psicologia da vivência

A LIÇÃO DO PORCO ESPINHO


Há muitos anos, durante um inverno extremamente rigoroso os animais da floresta sofreram muito. A morte percorreu todas as espécies, não havia alimento, nem calor que pudesse garantir a sobrevivência.
As formigas, previdentes, encolheram-se em seus formigueiros bem providos e permaneceram no calor da terra.
Mas nem todos são formigas e têm outras atividades a exercer determinadas pelo Criador. Na verdade, este inverno era um teste que Ele desafiava os animais a vencerem suas barreiras e condicionamentos para, dessa forma evoluírem na escala da Criação.
As espécies compreenderam que se ficassem bem juntinhos, esquecendo as diferenças, desavenças, se aqueceriam.
Os enormes elefantes pousaram as trombas uns em cima dos outros e deixaram que sua reserva de gordura e calor aquecesse a todos. Mesmo não sendo pais de sangue, permitiram que os filhotes se protegessem sob seus corpos. Ficaram eles, quentinhos numa cabana de elefantes.
De vez em quando algum dava um "pum", no início foi difícil, com o tempo, compreenderam que chegava a sua hora de emitir o ruído de desagradável odor e passaram a rir de si mesmos quando acontecia.
Os ursos, encavernados, ainda assim aprenderam a dormir fazendo uns aos outros de travesseiro e os pequenos dormiam em cima de todos, de braços e pernas espalhados, com um sorriso nos sonhos.
Até as cobras se enrodilharam e quase não se distingui o que era rabo e o que era cabeça.
Assim, todos foram partilhando e sendo salvos pela troca e aceitação.
Foi um grande difícil e frutuoso inverno.
Quem mais teve dificuldades foram os porcos-espinhos. Sua composição dificultava a proximidade. Feriam-se com os espinhos dos outros e, muitas vezes nem conseguiam dormir com a dor provocada.
Espinhundo, um porquinho invocado e impaciente, muito cheio de si porque tivera a oportunidade de cursar a universidade da floresta, irritava-se com a situação. Desferia golpes, eriçava ainda mais seus espinhos e feria mais profundamente. Os outros foram se afastando e Espinhundo foi sentindo cada vez mais frio.
Certo dia, quando o vento sul cortava até mesmo as árvores, Espinoso, sem querer, espetou a orelha já ferida do companheiro. Com um grande urro, Espinhudo chutou o amiguinho e saiu a trote do abrigo de troncos caídos que lhes servia de refúgio.
A neve começou a cair branqueando o campo já queimado pela geada. Espinhudo, emburrado, resmungando baixo sobre a pouca visão de seus parentes em não lhe dar o lugar mais confortável.
Imagina – pensava ele - para mim que sou o mais esperto! O que estão pensando? Ficam falando em solidariedade e me deixam de fora. Não volto mais!
Os pensamentos foram embaciando com o frio e os olhos se fecharam sem que ele não percebesse. Assim foi encontrado pela noite: encolhido e enregelado.
Os outros porcos-espinhos espiavam de longe e chamavam, sem, no entanto terem coragem de desafiar a intempérie e ir buscá-lo. Temiam seu humor instável e muitas vezes cruel. As chacotas que fazia. Agrupavam-se e se beneficiavam do calor uns dos outros, doía um pouco porque quando ficamos perto demais sempre alguma coisa nos ferirá, faz parte do desconhecimento que temos de nós mesmos.
Espinoso também observava o amiguinho e se penalizava. Instou todos a irem buscar o coitado tirando-o do frio que o mataria.
-Vamos juntos – dizia - ainda estaremos quentes e poderemos salvá-lo.
- Não, foi escolha dele, agora que agüente, eu não me arriscarei a adoecer pelo teimoso e prepotente.
O porquinho se encolheu mais e ficou coçando uma feridinha que começava a cicatrizar. Ela se abriu e o sangue correu. Junto com a dor veio a consciência de que podemos estar no meio de todos, protegido, mas senão fizermos o que acreditamos, ainda assim nos machucaremos. Uma lágrima rolou, lembrando-se das tardes quentes em que todos podiam brincar numa distância que os protegia dos ferimentos.
- Engraçado, ainda assim, brincando juntos, no bom tempo eu não me lembro de ter conhecido bem o Espinhudo. Tinha tanto medo de me machucar! Ele era bem engraçadinho, muito falante e contava piadas. Até um dia que caiu num buraco, quebrou alguns espinhos e nunca mais foi o mesmo.
Isso fazia tanto tempo que Espinoso nem conseguia lembrar direito, só via a imagem de Espinhudo ferido e humilhado por alguns que riam de sua desgraça. O pai do porquinho ficou zangado porque agora seria sempre visto como o porco dos espinhos quebrados e isso mexia com a vaidade que tinha por sua prole. Deu-lhe deu uma grande surra e depois o mandou à faculdade. Se estudasse compensaria o aleijume.
Ao terminar a lembrança, Espinoso deu um salto e correu para fora da toca. Os companheiros se horrorizaram:
- Vais morrer, volta! Volta.
- Prefiro morrer com meu amigo a viver pensando que nada fiz para salvá-lo. Morrerei em paz e olharei sem vergonha o deus dos porcos espinhos quando o encontrar.
Alcançou Espinhudo que mal respirava, esfregou-se nele, rolou por sobre seu corpo e bafejou no seu focinho. Houve machucados sim, de ambas as partes, mas o desmaiado abriu os olhos de onde corriam lágrimas e sorriu. Deram-se as mãos e em seguida se abraçaram. Assim apoiados um no outro, bem devagar, voltaram ao aconchego do grupo.
Imediatamente todos se afastaram um pouco para que eles pudessem alcançar o centro onde o calor era maior. Batiam palmas e se deram conta que o movimento os aquecia. Dançaram e saltitaram abraçados.
A primavera naquele ano, também foi fora do comum, chegou de repente com um céu azul onde os raios de sol desenhavam riscos de luz quente.
Foram todos saindo de seus abrigos. Houve uma grande reunião na clareira, onde todas as espécies contaram suas experiências diferentes. Era cobra conversando com sapo, carneiro com lobo e aranha com mosca.
O rei Leôncio pediu silêncio e muito compenetrado declarou feriado florestal. Terminou com um discurso:
- Este foi o pior inverno que passamos nesta floresta: nosso lar, mas foi também o mais rico porque aprendemos a conviver com as pequenas feridas de uma relação muito próxima. Pode causar dor, mas é muito mais importante do que morrer na solidão gelada. A dificuldade pode unir em vez de separar.
- Agora, para comemorar a alegria da primavera, está aberto o baile!
- Hakuna Matata!!