quinta-feira, 27 de abril de 2017


  
FENOMENOLOGIA II, WORKSHOP I, RELEITURA FENOMENOLOGICA DA PSICOLOGIA DA GESTALT E LEITURA GESTÁLTICA DA PSICANÁLISE.

 O nada se rompeu numa desconstrução e começou a se construir através do sonho de cada um, até que um olhar, um olhar de alguém que conhecia o universo feminino, e o  vivido trazia uma essência, e se tornou pública.

Essa experiência de tempo foi um sentir a teoria na prática, em algo que queimava que se acendia como um fogo e esse se apresentava no limiar entre o mental e o físico.  Sim, porque não tinha nome, era desconhecido, a noção do que estava em volta desapareceu, o controle esvaiu-se e ficou um nada. Uma desculpa sem culpa, uma ambigüidade que transcede o corpo, um corpo habitual que se mostrava através do controle e no presente se evidenciava o aqui e o agora de um todo que se foi, mas ainda está.

Uma angústia, algo que não se sabe realmente o que é. E a figura era o sonho que se apresentava como algo do dia emaranhado nos tecidos e nas dívidas e o fundo era  o vivido que se apresentou num sufocar por panos era outro sufocar, fazia tanto tempo, 40 anos, mas estava ali de novo sendo vivido na experiência contada e sentida no corpo.

Foram três momentos e um Workshop e a confiança que se estabeleceu entre aqueles que se olham no campo se formou outro campo, o campo de cada um, que já não é mais de cada um, continua e fica, e retorna como algo intenso como se fossem membros e órgãos de um ser que podemos até dar um nome, turma Edmund Husserl.

A síntese privilegia a análise e portanto é no aqui e agora que consigo fazer a interação numa síntese dos encontros até agora vividos, que são contínuos e  ao mesmo tempo se torna um passado que é lembrado, um presente que é aqui descrito e um futuro na expectativa agora  compreendida do campo, num fluxo contínuo que se apresenta.

Valdete Coelho Sant´ana
Psicologia Especialização em GT – turma Edmund Husserl.

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